CGD quer ter menos 2.200 trabalhadores

Daqui a cinco anos, menos 2.200 pessoas trabalharão no banco do Estado.

CGD quer ter menos 2.200 trabalhadores
Plano decorrerá até 2020

O plano estratégico da Caixa Geral de Depósitos (CGD) prevê a redução de 2.200 trabalhadores até 2020, disse hoje o ex-presidente António Domingues no parlamento.

Em audição perante os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, o presidente demissionário da CGD explicou que, para o banco responder aos problemas com que se confronta, vai ter de “redimensionar a Caixa ao negócio disponível”, o que implica redução de custos ou a empresa “deixa ser viável a longo prazo”.

Para diminuir gastos, António Domingues preparou uma redução de custos ao longo de cinco anos – que vai incluir a saída de trabalhadores. O presidente garante, no entanto, que os colaboradores vão sair por reforma ou em reformas antecipadas, não havendo lugar a despedimentos.

A Caixa promete que as reduções nos serviços não se sentirão no desempenho dos balcões, já que cada vez mais clientes utilizam as plataformas online do banco.

 

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