Júlia também está falida

Um prejuízo fatal vai fechar as portas da revista de Júlia Pinheiro. Sem contratos de publicidade, restou aos jornalistas e funcionários o despedimento.

Júlia também está falida
A apresentadora teve que encerrar o projeto da revista, que só contou com 12 edições.

“Júlia, de bem com a vida” era o nome do projeto – que de bem com a vida já não tem nada. A revista da apresentadora da SIC vai fechar as portas por não ter investimento. Doze meses após o lançamento, Júlia Pinheiro vê-se com prejuízos incontornáveis.

Na mesma semana em que é anunciado o fecho da revista de Cristina Ferreira, a notícia cai como uma bomba e alerta para as dificuldades da imprensa em formato papel.

As estrelas da TVI e da SIC são populares e sabem trabalhar bem para fazer crescer a sua imagem –  mas o mesmo não pode ser dito dos negócios. No caso de Júlia Pinheiro, a celebridade vê falir a sua revista por falta de publicidade e investimento. Sem esperanças, a apresentadora encerra o sonho – e deixa os leitores sem “Cristina” e sem “Júlia”.

A revista online não vingou no mercado e, para piorar a situação, está a dar prejuízos financeiros. Sem soluções à vista, Júlia e os sócios vão demitir jornalistas e funcionários.

“A plataforma não correu bem e decidiram acabar com ela”, revelou uma fonte da publicação, em entrevista sigilosa à TV Guia. A mesma pessoa adiantou que já foram anunciados os despedimentos, garantindo que o clima sentido pelos colaboradores é de desalento com o insucesso profissional.

A razão para o falhanço de Júlia Pinheiro está na falta de apoio publicitário. Cansada de ver recusadas as suas propostas de parceria, a apresentadora desistiu da luta e deu o caso por encerrado.

O fim ainda “está a ser estudado”, disse a mesma fonte, explicando que a apresentadora de Carnaxide tem um nome a manter  – e isso será um mau sinal que virá para abalar a sua imagem pública. “Não se pode encerrar a revista sem mais nem menos… A Júlia tem um nome a manter e tem que se justificar às pessoas”, afirmou, fazendo referência aos diversos funcionários que ainda aguardam por uma explicação para o desfecho dramático do negócio online.

 

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