5 gestos românticos do passado que o vão conquistar

Dedicar uma música na rádio, escrever um bilhetinho, oferecer ao companheiro uma cassete com as músicas mais românticas de sempre... enfim. Não faltavam formas carinhosas de celebrar a paixão.

5 gestos românticos do passado que o vão conquistar
O amor no século passado.

São, literalmente, gestos do século passado. Quando as redes sociais ainda estavam longe, os apaixonados escreviam cartas, conversavam à janela ou ao telefone... fixo. Está preparado para recordar algumas formas enternecedoras de demonstrar o amor pela cara-metade?

1. Gravar uma cassete com músicas românticas
A tarefa exigia muita atenção: era necessário ficar a ouvir rádio com toda a concentração para se carregar no REC assim que a canção desejada começasse. Ainda assim, o esforço compensava: era um presente bastante original para oferecer à pessoa amada.



2. Falar horas e horas ao telefone (fixo)
Atualmente, o telefone continua a ser um instrumento fundamental para os namorados. Mas ficar horas sentado no chão – agarrado ao telefone fixo – tinha outra ‘magia’. Além disso, gerava sempre aquele nervoso miudinho: quem é que iria responder à chamada? Será que o pai da cara-metade estaria em casa? Enfim, por amor valia a pena arriscar.



3. Cantar a canção “Quando o Coração Chora”
Esta foi a canção portuguesa mais ouvida em 1983, do duo Romeu e Julieta, partindo da imitação da voz do tenor Carlos Guilherme. A canção romântica era uma versão de “Save Your Love“, de Renee Renato, que também chegou ao primeiro lugar de vendas no Reino Unido.



4. Dedicar uma música no “Quando o Telefone Toca”
Entre os anos 60 e 80 do século XX, dedicar uma música ao namorado era mais difícil do que agora. Os apaixonados tinham de ligar para a rádio, “dizer a frase” do patrocinador (que funcionava como senha de acesso) e pedir uma música para dedicar ao companheiro. De referir que o modelo de ‘discos pedidos’ ainda hoje e utilizado nas rádios locais.



5. Dançar um slow numa matiné
E se ainda não tivessem idade para sair à noite, os adolescentes podiam sempre ir às matinés que muitas discotecas faziam ao fim de semana. Os casais dos liceus vestiam as suas melhores roupas e aguardavam o melhor slow para poderem ficar bem agarradinhos.

 

 

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