Costa está de férias mas solidário com as pessoas que combatem fogos

Numa altura em que o fogo de Monchique continua a lavrar a Serra Algarvia, o primeiro-ministro, que está de férias, diz estar em "contacto permanente" com o ministro da Administração Interna e solidário com as populações e agentes de proteção civil.

Costa está de férias mas solidário com as pessoas que combatem fogos
Imagem: Observador

Os fogos continuam a lavrar em Monchique e o primeiro-ministro, que se encontra de férias em parte incerta, fez questão de deixar uma mensagem de satisfação ao país no Twitter:

“Estou em contacto permanente com o Ministro da Administração Interna, os autarcas e a AGIF [Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais], para atualizações sobre os incêndios, análise da situação e orientações. Deixo uma palavra de apoio a todos os agentes de proteção civil nas operações e de solidariedade às populações afetadas”, lê-se numa mensagem deixada, pelas 20 horas.

Costa está de férias mas solidário com as pessoas que combatem fogos

Recorde-se que, neste momento, o fogo que mais preocupa os bombeiros e Proteção Civil é o de Monchique, no distrito de Faro, que mantém no terreno no combate às chamas mais de mil operacionais, apoiados por 341 veículos e um total de 24 máquinas de rasto.

O incêndio, que lavra pelo quarto dia consecutivo no Algarve, voltou a agravar-se durante esta segunda-feira e o quadro geral da operação é neste momento “muito complexo”, admitiu um responsável da Proteção Civil.

Costa está de férias mas solidário com as pessoas que combatem fogos

O incêndio na serra de Monchique deflagrou cerca das 13.30 horas de sexta-feira, na localidade de Perna da Negra, tendo obrigado à evacuação de várias localidades. As chamas atingiram, além do concelho de Monchique, o de Silves (também em Faro) e o de Odemira (Beja), mas no concelho alentejano as chamas já foram apagadas.

Entretanto, os Bombeiros Profissionais exigiram uma reunião “muito urgente” com o ministro da Administração Interna, pois querem saber porque se voltaram a ter fogos com duração de mais de três dias estando tantos meios de combate envolvidos e sabendo-se, há meses, que a Serra de Monchique era um local de alto risco de incêndio. “O que falhou?”, perguntam.

 

 

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