Georgina abre o jogo sobre a morte do pai e relação com CR7

Gio revelou que, até agora, Cristiano não a pediu em casamento, mas, se pedisse, ia adorar ser sua mulher. Falou também em mais um filho...e disse que se dava muito bem com o falecido pai.

Georgina abre o jogo sobre a morte do pai e relação com CR7
Imagem: JM Madeira

Numa entrevista à revista espanhola “Hola”, Georgina Rodriguez quebrou o silêncio sobre a sua vida familiar. Disse que não coloca de lado a hipótese de ter mais um filho com Cristiano Ronaldo em breve.

Apesar de ter sido fotografada com um anel de diamantes, revelou que ainda não está noiva de CR7. Quando lhe perguntaram se o craque português já fez o tão aguardado pedido de casamento, Georgina respondeu: “Até agora ainda não, mas eu ia adorar ser sua mulher”. Disse que, neste momento das suas vidas, têm “outras prioridades”.

Georgina abre o jogo sobre a morte do pai e relação com CR7

“Somos felizes tal como estamos, mas ainda quero tudo com o meu companheiro. No futuro veremos com o que Deus nos abençoará”, prosseguiu.

Sobre a recente morte do pai, Jorge Eduardo Rodríguez Gorjón, Gio não conseguiu conter as lágrimas. “Estou destroçada, Cristiano está a cuidar muito de mim nestes momentos de tristeza. Tenho o seu apoio todos os dias e apoiamo-nos mutuamente em tudo. Formamos uma grande equipa”, frisou.

“Este é o momento mais duro pelo qual alguma vez passei”, admitiu sem constrangimentos. Revelou ainda que Cristiano nunca o chegou a conhecer : “O meu pai era muito reservado e não queria que o vissem debilitado”.

Georgina abre o jogo sobre a morte do pai e relação com CR7

“A relação com o meu pai era muito boa. A mim e à minha irmã Ivana chamava-nos rainhas e eu era a sua pequenina. Éramos o mais importante da sua vida. O meu pai pode ter cometido erros, como todos cometemos. Mas aprendemos com eles”, esclareceu.

Em tom de resposta às constantes críticas por parte da família paterna, Georgina deixou bem claro que era ela e a irmã que cuidavam financeiramente do pai: “Éramos nós que pagávamos metade das despesas mensais”.

 

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