Irina abre o coração em entrevista inédita

A modelo russa deu a entender que o que a unia a Ronaldo, além do amor, foi o facto de ambos terem tido uma infância difícil, de tão pobre, e de terem perdido o pai prematuramente.

Irina abre o coração em entrevista inédita
Imagem: Fashion

Irina Shayk deu a primeira entrevista após o fim da relação com Bradley Cooper e levantou um pouco o véu da sua vida privada, nomeadamente a infância pobre na Rússia e a perda prematura do pai, algo que a unia a Cristiano Ronaldo.

Ainda que não mencione os nomes dos ex-companheiros, na entrevista à edição online da “Harpers Bazaar”, a modelo russa acaba por revelar as semelhanças da sua trajetória com a do jogador português, que também perdeu o pai e passou por anos de verdadeira pobreza.

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O pai, Valery Shaykhlislamov, um mineiro, morreu com um grave problema nos pulmões quando Irina tinha apenas 14 anos. Sem avôs, a modelo foi criada apenas por mulheres que tiveram de ter o dobro de força para fugir à pobreza de Yemanzhelinsk, uma pequena cidade no interior da Rússia.

“Nunca tivemos homens por perto. Tens de aprender como colocar um prego na parede, como pendurar cortinas. Sei tudo o que há para saber sobre a plantação de batatas e pepinos, porque na Rússia é assim que sobrevivemos no inverno”, admitiu a modelo de 33 anos de idade.

A morte do pai quando ainda estava na adolescência foi “chocante”, descreveu Irina.

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Depois de estudar piano durante sete anos, Irina foi “descoberta” por acaso num casting e mudou-se para Paris, aos 19 anos, onde vivia num pequeno apartamento com outras jovens que tentavam um lugar na passerelle e a passar dificuldades financeiras.

“Eles davam-te dinheiro de bolso e um mapa”, conta entre risos, explicando que passava dias inteiros de casting em casting. “Agora quando regresso a Paris e tenho um motorista, fico num hotel, aprecio como vivo e a sorte que tenho. Nada chega de forma fácil na vida. Na minha infância… naquele tempo em que não havia ordenado para a minha mãe, penso que estava em modo de sobrevivência. Ensina-te a trabalhar mais. Ensina-te que ninguém virá e vai dar-te algo”.

 

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