Luísa Castel-Branco arrependida de entrevista a Cláudio Ramos

Isto depois de ter admitido que depende financeiramente dos filhos, que aos 11 anos já tomava calmantes e que a mãe é demente.

Luísa Castel-Branco arrependida de entrevista a Cláudio Ramos
Imagem: VIP

Numa entrevista a Cláudio Ramos, para a revista “Cristina”, Luísa Castel-Branco admitiu que depende financeiramente dos filhos, Inês, Gonçalo e António, que a mãe está “demente” e que “aos 11 anos já tomava calmantes”.

Agora, a comentadora do “Passadeira Vermelha” mostrou-se arrependida do que disse. Mais a frio, no programa da SIC Caras, a comentadora admitiu que “não podia ter dito o que disse”.

“Se há uma coisa que eu não faço é mentir. Se é para responder é para responder. O Cláudio tocou em vários pontos extremamente frágeis e que tiveram várias consequências. Uma delas foi a noção absoluta que tive quando saí da entrevista de que fiz tudo errado. Não podia ter dito aquilo que disse. É um erro bastante comum em mim”, começou por afirmar. “A minha relação com o Cláudio… eu não subo as defesas quando estou com ele”, acrescentou.

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A comentadora voltou a sublinhar, contudo, que se não fossem os filhos, “seria verdadeiramente difícil”, até porque gasta “uma fortuna em medicamentos que não são comparticipados pelo Estado”. Recorde-se que a escritora, de 65 anos, sofre de Hidradenite Supurativa, uma doença degenerativa inflamatória.

“Os meus filhos são extraordinários. Querem acima de tudo que eu seja feliz. Não gostam que eu faça televisão, não gostam que eu faça o Passadeira Vermelha, mas dizem-me: ‘quer fazer, faça!’. Eles querem que eu seja feliz. Quando eu me emociono a falar com eles e digo que sou um peso, ficam verdadeiramente zangados comigo”, acrescentou.

Luísa Castel-Branco revelou ainda que ter a mãe “num estado profundo de demência é um desgaste diário, quer esteja com ela, quer não. É muito difícil. O facto de a pessoa que te deu a vida não te conhecer já há tanto tempo… torna tudo mais difícil”, terminou, já bastante emocionada.

Recorde-se que nessa mesma entrevista feita por Cláudio Ramos, a apresentadora revelou que começou a tomar calmantes aos 11 anos.

 

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