Malato abre o jogo: "já consumi drogas leves e duras"

O apresentador confessou ainda que acredita piamente que o pai, mesmo depois de falecido, o voltou a juntar ao namorado, João Caçador.

Malato abre o jogo:
Imagem: A Televisão

Após a morte do pai, José Carlos Malato decidiu revelar alguns dos momentos difíceis pelos quais passou e revelar outros pormenores sobre a sua vida pessoal.

Numa entrevista exclusiva à revista TV Guia, o apresentador revelou que juntou novamente os trapinhos com João Caçador, de quem se tinha separado aquando o pai vivia os seus últimos dias.

Malato considera que a separação fez-lhes “muito bem”. Apesar dos 26 anos de diferença de idades, o apresentador confessou que João “é muito mais maduro”. “É um tipo bem resolvido”, disse.

Malato confessou ainda que “viveu intensamente” os anos 80 e 90. “Já tive uma vida do caraças, com todo o tipo de experiências. De drogas…”, revelou, admitindo que experimentou todo o dia de drogas: leves e duras. Mas garantiu que “é passado” e acredita que foi isso que o levou a ter um dos maiores pesadelos da sua vida: o enfarte que teve há cinco anos, em 2013.

Malato abre o jogo:

De coração aberto, revelou que vive com a gratidão de que o pai, antes de morrer, o voltou a “juntar” com o companheiro João Caçador. “Não foi a morte dele que nos juntou. Foi ele. E isso é de uma enorme generosidade da sua parte”, afirmou.

“Vou contar uma coisa, recebi um sinal em casa da minha irmã depois do meu pai ter falecido”. Enquanto esperava que lhes fossem entregues as cinzas do pai, João, naquela altura ex-namorado, ligou-lhe e mostrou interesse em fazer-lhe companhia naquele momento difícil. O apresentador “não deixou” porque queria passar por toda esta dor sozinho e, para ele, “não era a altura”. “Tinha de viver aquilo até ao fim e só aquilo, apesar de ter muita vontade de o ver e abraçar”, contou.

Chegadas as cinzas, o apresentador decidiu que o pai iria ficar com ele em sua casa. Foi aí que a campainha tocou e João entrou de novo na sua vida. “Não tenho a menor dúvida de que foi ele, o meu pai, que mo trouxe. Que aquele foi o sinal, mais uma vez, não falado, de que tinha a sua aprovação”, rematou.

 

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