Sócios do Sporting decidem em AG se Bruno continua suspenso

Bruno de Carvalho contestou a suspensão de um ano que lhe foi aplicada, dispondo, agora, de 15 minutos na Assembleia Geral para argumentar.

Sócios do Sporting decidem em AG se Bruno continua suspenso
Imagem: DN

Os sócios do Sporting vão decidir no próximo sábado, dia 15 de dezembro, em Assembleia Geral se Bruno de Carvalho vai permanecer suspenso, na apreciação do recurso do antigo presidente do clube.

Da ordem de trabalho para a reunião magna, marcada para as 14:30 horas, no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, constam oito pontos, todos de recursos das suspensões aplicadas pela Comissão de Fiscalização, em agosto último.

Sócios do Sporting decidem em AG se Bruno continua suspenso

Bruno de Carvalho contesta a suspensão de um ano, dispondo de 15 minutos na Assembleia Geral para argumentar, enquanto os outros membros da direção por si liderada, Alexandre Godinho, Carlos Vieira, José Quintela, Rui Caeiro e Luís Gestas, recorrem de penas de 10 meses de suspensão.

Já Elsa Judas e Trindade Barros incorrem em expulsão de sócio. A votação sobre os recursos dos visados vai ser decidida por maioria simples, ou seja, 50% mais um voto dos presentes na reunião magna.

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Em 2 de agosto, a Comissão de Fiscalização justificou a suspensão de um ano a Bruno de Carvalho, por ter sido “o principal artífice e responsável da situação grave e antiestatutária criada” no clube. A Comissão de Fiscalização admitiu a existência de “matéria suficiente” para aplicar a Bruno de Carvalho a “sanção mais grave prevista” no Sporting — a expulsão de sócio –, mas optou por não o fazer por respeito “ao passado do clube” e tendo em conta “atenuantes”.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral, Rogério Alves, assumiu o empenho do clube na salvaguarda da segurança dos participantes nesta reunião magna.

O antigo líder leonino está ainda acusado pelo Ministério Público da autoria moral do ataque à Academia do clube, em Alcochete, em 15 de maio, sendo acusado de 40 crimes de ameaça agravada, 19 de ofensa à integridade física qualificada, 38 de sequestro, um de detenção de arma proibida e crimes classificados como terrorismo, não quantificados.

 

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